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Sessão Classic: Super Metroid (1994)

Clássico. Só o que se pode dizer de “Super Metroid“, título lançado para Super Nintendo em 1994. Quem dos gamers que já tem mais de vinte anos de idade não passou horas controlando Samus Aran, a protagonista do jogo, pulando e destruindo inimigos pelo Planeta Zebes? Acho que mais de 90% dos leitores vão dizer “eu!”. E com razão. “Super Metroid” é considerado um dos maiores clássicos da história dos videogames e no ano que vem já vai completar 20 anos de seu lançamento. Durante anos após seu lançamento, o game criado por Gunpei Yokoi foi vencedor de vários prêmios de revistas, críticos, sites, e, está entre os 100 melhores jogos da história.

A capa original de Super Metroid

O desenvolvimento do game durou apenas dezoito meses já que Yokoi foi bem rígido e acompanhou de perto o trabalho da equipe de designers e escolheu a dedo, chegando ao número de 15 pessoas trabalhando no projeto. O resultado pode ser conferido pelos (raros) proprietários de um Super Nintendo: um jogo impecável, com gráficos bonitos para a época, jogabilidade agradável e tempo de jogatina nada cansativa. Isso torna “Super Metroid” o clássico que é.

O JOGO

Super Metroid segue a linha original do seu título inspirador. Samus Aran, caçadora de recompensas, após suas duas aventuras anteriores, resolve entregar um filhote Metroid para estudos de laboratório, buscando usar as capacidades do organismo para o bem da ciência. Tudo corria bem quando um chamado urgente avisa que o Metroid foi roubado pelos Piratas Espaciais, os mesmos que anteriormente usavam os Metroids como armas biológicas. Inicia-se assim uma nova caçada no planeta Zebes.

Mapa do Planeta Zebes segundo “Zero Mission”

Diferente de seu antecessor, Zebes agora é um enorme campo de exploração. Digo, sem ser prolixo: é enorme mesmo. Graças aos avanços gráficos e de processamento do Super Nintendo, foi possível gerar um mapa com áreas secretas e labirintos. Um mapa pode ser acessado por Samus para localização. O roteiro do jogo foi minuciosamente trabalhado e foge muito ao título original, que dava a sensação de agonia, mas seu foco era muito no labirinto do mapa e nos quebra-cabeças. Em Super Metroid, deixa-se vários rastros de dicas que forçam o jogador pensar duas vezes antes de prosseguir; o que é duas vezes mais agonizante.

Diga-se pela chegada ao planeta Zebes, inicialmente desolado, misterioso. Após adentrar nas cavernas e terrenos desconhecidos, Samus vai descobrindo novas verdades sobre os Piratas Espaciais e que Ridley e Kraid, chefes do bando estão vivos. O jogo vai ganhando corpo e a trama se desenvolvendo. Nesse processo, desenham-se as regras do jogo. e é aí que o brilho do jogo anterior aparece. O sistema de regras e jogabilidade é o mesmo da versão anterior. Em Super Metroid estão as famosas habilidades de Samus se tornar uma bola, de dar os saltos sem gravidade. Também de adquirir mísseis e novas armaduras.

Samus Aran

É lógico que isso não é o bastante para Samus. Na nova aventura são fornecidos novos itens, que ajudam Samus a completar sua jornada até encontrar inimigos bem conhecidos, e descobrir cenários que foram explorados anteriormente. A lição é simples: para acessar determinadas áreas é preciso adquirir alguma habilidade ou arma especial. E sabe o que é melhor? Zebes está cheia de segredos, e no fim do jogo são contados os percentuais de segredos revelados, só para dar mais vontade de jogar tudo novamente. E não se espante se você acha que conseguiu tirar tudo do jogo que sempre aparece uma outra novidade.

Sobre o Autor

Felipe Felizardo

Jogador de gueimes, conhecedor de survival horror, pai da Cecília, Power Ranger nas horas vagas e muito rico. De saúde.

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