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Sessão Classic 3: The Legend of Zelda: A Link to the Past (1991)

Lançado em 1991, pela Nintendo, “The Legend of Zelda: A Link to the Past” é um dos maiores clássicos da história dos videogames. Quem discorda? Obviamente ninguém discordará. E quem discordar é porque nunca jogou e não sabe o que está perdendo. Para a época, como todo gamer já sabe(e blá blá blá), os videogames não dispunham de engine gráfica potente o bastante para rodar jogos com visuais inovadores. Aí é que entra a questão “Gráficos versus Jogabilidade e Diversão“. Ou seja, desde aquela época já havia essa discussão.

Apesar de poucos resursos o jogo tem gráficos bonitos e jogabilidade convincente

O saudoso SNES foi o primeiro console a receber a primeira aventura de Link, o famoso herói de orelhas pontudas também conhecido como “Hero of Time“. Como o console da Nintendo estava em alta naquela época, “A Link to the Past” vendeu como doce em pré-escola e a história de Hyrule estaria em pouco tempo ainda mais difundida entre o público gamer dos anos noventa. O enredo do game se passa ainda antes de “Adventure of Link” lançado em 1987, coisa que muita gente pensava ser o contrário, mas a própria Nintendo reverteu a história anos depois, corrigindo a cronologia oficial.

O JOGO EM SI

Em Hyrule, o reino mágico onde vivem diversas raças como os povos Hylian, Sheikah, Gerudo, Zora, Goron e Kokiri (raça de Link), os anciões contavam histórias sobre uma suposta Golden Land, terra regida pela poderosa Triforce. Porém o malvado Ganon pretendia transformá-la em Dark World. Percebendo os planos do ogro, sete magos criaram um selo de magia poderoso, o prenderam lá e somente os próprios magos ou seus descendentes poderiam quebrá-lo. Séculos depois o mago Agahnim chega ao reino conseguindo uma ótima posição, matando o rei e perseguindo os descendentes dos magos para quebrar o selo e livrar Ganon de sua prisão. Os primeiros instantes do jogo mostram o herói Link sendo contactado telepaticamente por uma tal Princesa Zelda, pedindo para que Link a salve de um calabouço no castelo de Hyrule. Então Link consegue um escudo e uma espada com seu tio e parte em busca da princesa.

O castelo de Hyrule

É necessário passar por onze dungeons para completar o jogo. Sem falar que após adquirir a famigerada e poderosa Master Sword o jogo fica ainda mais difícil do que já é, o que é considerado o ponto ruim do jogo. Link chega a perder até três corações com um só golpe até mesmo de inimigos fracos e comuns, e encontrar ‘heart containers’ (‘coraçõezinhos’ para os iniciantes) torna-se ainda mais complicado. As lutas contra os bosses são divertidas e você pode usar de itens que foram encontrados nos calabouços para derrotá-los.

Uma das dungeons do jogo

A jogabilidade não decepciona em momento algum. Os controles são simples e muito fáceis de pegar, tão fáceis que em menos de cinco minutos de jogo você já decorou tudo. A trilha sonora é marcante. O tema do castelo de Hyrule é um dos mais famosos de todos os tempos, sendo usado em vários outros títulos como “Super Smash Bros” e até em uma música, a “The Arcade” da banda de powerpop Hyper Crush.

UM REMAKE ?

O diretor da série Zelda, Eiji Aonuma, disse em recente entrevista à revista oficial da Nintendo no Reino Unido que ele tem “muita vontade de ver como o jogo A ‘Link to the Past’ ficaria se refeito em 3D”. Fontes da internet afirmam a produção de ‘The Legend of Zelda: A Link to the Past’ para o Wii, completamente refeito com a engine do Twilight Princess. Porém, os diretores ainda estão em dúvida entre produzir um remake ou uma sequência: ” Há diretores que se eu der o título nas mãos deles, sei que vão fazer algo grande com ele. Há outros em que não confio 100% e são esses que tenho certeza que vão fazer um remake” declarou Shigeru Miyamoto, criador de Link e do encanador Mario.

Tela de apresentação do game

 

CHRIS HOULIHAN

Por volta de 1990,a revista oficial da Nintendo nos EUA, a Nintendo Power, realizou um concurso, onde o vencedor apareceria em “The Legend of Zelda”. O vencedor foi Chris Houlihan, que teve uma sala inserida no jogo e secreta. A sala possuia vários Ruppies azuis (uma das jóias do jogo) e uma pedra telepática que dizia o seguinte: “Meu nome é Chris Houlihan. Esta é minha sala secreta. Mantenha ela entre nós, OK?”.

A sala de Houlihan

CONCLUSÃO

“A Link to the Past” é um clássico antigo e muito divertido que rendeu muitas histórias e horas de jogatina a muitos gamers em todo mundo que hoje em dia maioria já tem mais de trinta anos de idade e sonha em poder voltar no tempo simplesmente pra sentir o que sentiam na época de moleques, vendo Link subindo e descendo pela tela da TV de um jeito que nunca mais poderá acontecer. Só em emuladores ou pra quem ainda tem SNES ou Game Boy Color, e como eu já disse em outros posts, pessoas que ainda possuem tais consoles são raras em tempos de Wii e DS. Muito raras.

 

Sobre o Autor

Felipe Felizardo

Jogador de gueimes, conhecedor de survival horror, pai da Cecília, Power Ranger nas horas vagas e muito rico. De saúde.

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