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Chris Redfield pode ter seu fim em Resident Evil 6

 

Recentemente publicado em um site especializado em games de terror, Jorge Bocanegra expressou sua opinião de que Chris Redfield poderá morrer em “Resident Evil 6“.  Muitos fãs se revoltaram com a idéia e protestaram contra a morte do herói. Claro. Chris é um dos mais queridos personagens de toda a franquia, se não for o mais querido, batendo de frente até mesmo com o queridinho Leon S. Kennedy. Mas porque logo ele deveria morrer? Porque não Leon ou Ada? O post lá do Rely On Horror traz pontos de vista que são justificáveis para a escolha da morte do personagem, mas levando em conta de que a Capcom não divulgou nada sobre a morte de algum dos personagens. Por enquanto, todos viverão. Mas isso é só até o jogo sair.


Mas antes de explicar tudo vamos recapitular toda a trajetória do brutamontes pela franquia. Chris sobreviveu ao incidente da Mansão Spencer ainda lá atrás em Raccoon City e liderou os S.T.A.R.S. sobreviventes a combater os interesses inescrupulosos da empresa e o super-poderoso vilão Albert Wesker que sempre desejou a dominação total do mundo. Em seguida o agente emparelhou com sua irmã logo após a destruição de Raccoon City, fato em que Chris não esteve presente (sorte dele), e deteu os irmãos Ashford além de bater de frente com Wesker mais uma vez. Anos depois Chris e Jill Valentine, sua parceira dos tempos de S.T.A.R.S., continuaram agindo clandestinamente numa organização anti-Umbrella e foram parar na Rússia com a missão de desativar um laboratório secreto da empresa. Bateu de frente com Wesker mais uma vez e perdeu, mas ele e Jill conseguiram completar a missão.

Chris na época em que ainda fazia a barba e não levantava 300 kg no supino

 

Com o fim da Umbrella e a criação da organização não-governamental de combate ao bio-terrorismo, a B.S.A.A., Chris e Jill se tornaram os primeiros afiliados e passaram a combater ameaças em todo o mundo. Ambos enfrentaram um incidente no navio Queen Zenobia e sobreviveram mais uma vez. Aí que a Capcom fez o suspense todo sobre a morte de Jill, o que causou rebuliço logo na época do lançamento de “Resident Evil 5”. Finalmente a Capcom matou um dos heróis? Não. Jill estava viva e sendo controlada por Wesker. Em meio a uma guerra civil na província de Kijuju, na África, Chris, visivelmente mudado (bombado e com a barba por fazer), já começava a mudar o seu espírito de combate e o que começava a motivá-lo a continuar lutando era o ódio que sentia por Wesker, que era o causador da morte de sua grande amiga. Descobrindo que Wesker planejava infectar o mundo todo, Chris seguiu um rumo diferente em sua missão e acabou levando a competente Sheva Alomar em sua busca por vingança. No fim, Jill estava viva e Wesker fora finalmente derrotado.

Em Resident Evil 5, Chris já começava a distorcer sua motivação de idealismo para vingança

 

Os anos vão se passando e a batalha de Chris não cessa. Bem mais velho e experiente que os demais companheiros de equipe, Chris é promovido a capitão graças ao sucesso de sua missão na África. Mas o que viria a seguir mudaria totalmente o Chris Redfield que todos conhecemos. Chris e sua equipe são enviados para suprimir um protesto de rebeldes na Edonia, um estado europeu, mas a coisa era mais séria do que imaginavam. Os rebeldes obtiveram amostras do C-virus no mercado negro e causaram um acidente biológico, criando os perigosos J’avo. O batalhão de Chris é dizimado e os sobreviventes conseguem escapar com vida. No alto de seus quarenta anos de idade e desolado demais depois do massacre ocorrido na Europa, Chris se mostra odioso e sem esperanças, afogando as mágoas em botecos, fugindo do trabalho. Piers Nivans o encontra e o faz lembrar o herói que sempre foi. De volta à ativa e em busca de vingança, Chris tem uma motivação obscura: matar Ada Wong para vingar seus homens.

Piers Nivans trouxe Chris de volta à realidade

 

Mas Chris já está numa idade avançada para estar atuando em campo de batalha contra monstrengos e tudo mais. Claro que Barry Burton era bem mais velho no primeiro “Resident Evil”, mas a intesidade dos combates não era a mesma. Os reflexos de Chris diminuíram e podemos vê-lo apanhando algumas vezes nos trailers que já foram divulgados. A Capcom matou Wesker, mas vale lembrar que é uma história de vilões e mocinhos, e os malvadões é que se dão mal no final. Sempre. Mas não seria uma má ideia se Chris desse a vida para salvar o mundo do bio-terrorismo. Obviamente este fato tornaria “Resident Evil 6” um game polêmico por conter a morte de um de seus mais velhos e queridos protagonistas. E Chris esteve presente em quase todos os jogos da cronologia da série, sendo o personagem principal ou um coadjuvante com grande importância na trama. Mas apesar de “velho” e deteriorado pelas batalhas, Chris está mais raivoso do que antes, fato que poderá torná-lo cego a ponto de ser esse o suposto motivo de sua queda.

 

Porém, o fim do agente pode também não ser a morte dele como talvez a última aparição de Chris na franquia. Ou seja, Chris já deu o que tinha que dar. Já apareceu demais, lutou demais e sobreviveu demais, caminho que Leon também completará em breve. Se Chris vai morrer, se aposentar, sumir, seja lá o que for, nós, fãs da saga do bio-terrorismo, sempre o trataremos com respeito e lembraremos seus feitos. Porque heróis são heróis, não importa a motivação.

Mas e vocês, jogadores, acham mesmo que Chris deva se retirar da franquia e dar espaço a novos personagens como Piers Nivans ou continuar lutando até depois de velho?

Sobre o Autor

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Felipe Felizardo

Jogador de gueimes, conhecedor de survival horror, pai da Cecília, Power Ranger nas horas vagas e muito rico. De saúde.

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