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Debug Mode #15: PS4 e Xbox 720 – Podcast

Novo episódio do Debug Mode, o Podcast da GameFM!

Nesse episódio nós falamos dos futuros consoles da Sony e Microsoft. Discutimos tudo sobre o PlayStation 4 (Orbis) e o Xbox 720. Rumores, especificações, games, documentos vazados, como eles irão afetar o mercado do games, entre outros. Confira!

Para ver mais detalhes sobre o documento vazado do Xbox 720:

http://www.gamefm.com.br/2012/06/18/muitos-detalhes-sobre-o-xbox-720-surgem-em-documento-vazado/

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Para ouvir o Podcast clique no “vídeo” abaixou ou no player abaixo do YouTube. Você também pode baixar o MP3 do Podcast clicando em download.

Sobre o Autor

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Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

Comentários

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9 Comentários

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  • Cá estou eu de novo. Bem, achei o podcast muito técnico (e não os culpo, afinal o tema pede isso), mas acabei boiando em alguns momentos, pois não sou muito familiarizado com essa parte mais técnica. Espero que essa nova geração dure bastante, também acho horrível ter de gastar tanto dinheiro para comprar console a cada 5 anos, principalmente porque aqui eles demoram muito para baixar o preço. Sobre o controle do possível PS4, torço todo dia para que o ele seja o mesmo que o de PS3. Sou um jogador de fighting games sem dinheiro para comprar um arcade-stick, e esse foi o melhor controle para esse tipo de jogo, sem contar que que o de PS3 já é caro, imagine então o de PS4. Além disso, mesmo concordando que o gatilho dele seja uma gambiarra, foi perfeito eles tirarem aquele apoio na parte de trás, tenho um calo na lateral do dedo indicador porque o gatilho do controle de ps2 machucava minha mão e agora isso não acontece mais. Também acho interessante explorarem o uso de tablets como controle, abre uma gama muito grande de recursos a serem explorados nos games the nova geração.

  • Washingtonn, mas essas versões da sega q sucederam tanto o master system quanto o mega drive tinham muito poucas diferenças, e continuaram todas na mesma geração. O mega drive 2, por exemplo, não tinha a mesma diferença em termos d desempenho q o playstation 1 do playstation 2. Sobre o podcast, algo q realmente eu estou preocupado é com o fracasso do Wii U. Se ocorrer um novo fenômeno Gamecube, temo q ocorra uma recessão ainda maior na Nintendo, uma vez que na época do Gamecube, ainda existia o Game Boy Advance, que não tinha concorrentes em potencial. Hoje em dia, o 3DS tem a concorrência do Vita (ainda que não faça frente pela falta de lançamentos decentes) e a ameaça real dos tablets e dos smartphones. Antes, a Nintendo tinha uma válvula de escape, q era o seu portátil. Hoje, ela pode ser engolida pelo mercado por não investir no poder do seu hardware.

  • Olá depuradores de jogos e consoles,

    Há muito tempo tento fazer um comentário no site, mas simplesmente o site não carregava. O layout não era exibido de forma correta.

    O programa foi excelente e tenho algumas observações direcionadas ao Wii U.

    O grande marco do Wii foi o controle que trouxe uma revolução no estilo de jogabilidade, remetendo diretamente ao mesmo fato histórico do NES em 1985 com a inclusão/popularização do D-Pad, desconsiderando o fato do mercado do já conhecido crash de 1984. O Mega Drive, lançado em 1988, dominava o mercado na quarta geração até que o Super Nintendo toma a dianteira de vendas no seu lançamento tardio em 1990. O papel do Wii U é o mesmo do Super Nintendo. Eu já comentei em outros sites que o Wii U, apelidado de Super Wii no Japão, é o Super Nintendo DS HD por ter o mesmo papel histórico, possuir características do portátil e ter gráficos em alta definição. Em toda a história dos consoles, a Nintendo provou que somente hardware não faz a diferença. Fico feliz por vocês respeitarem o Wii e sua importância, mesmo não sendo direcionado para jogadores tradicionalistas.

    O grande marco da oitava geração é aquilo que chamo de social gamming. O que hoje usamos como “crachá” nas redes dos consoles, o cobiçado sistema de conquistas, será, na Nintendo, uma grande rede social onde todos os jogadores compartilharão toda a experiência de suas jogatinas. Acredito que breve teremos um “site” do GameFM dentro do Miiverse … imaginem as possibilidades de informações compartilhadas para os jogadores “assinantes” do “serviço”. Entretanto, concordo que há um grande desafio: fazer com que as produtoras entendam tudo isso e a grande barreira para que isso ocorra é a estatística baseada em modas equivocadas. O CEO da Sony novamente se arrisca em falar daquilo que pode ir contra toda a estratégia de vendas, ignorar o mercado retrô e direcionando as vendas somente aos jogadores hardcores. Nesse último ano, todas as formas de mídia e de entretenimento se voltaram para o mercado vintage, trazendo de volta tudo aquilo que foi sucesso há uma década atrás. O mercado de indiegames é a grande prova de que o que é velho é novo de novo, e de novo … há um loop a cada dez anos, ou menos, sobre essa tendência. Basta observar o comportamento atual da sociedade na moda, na gastronomia, nos eletro-eletrônicos, na música, no cinema.

    No meu ponto de vista, vivemos um pequeno crash não do mercado econômico/financeiro, mas da criatividade e da falta de maturidade dos próprios jogadores em aceitar tudo aquilo que é lançado, mesmo que a crítica reveja o título negativamente. Se isso não for corrigido a tempo, a economia dos games será afetada drasticamente.

    As alternativas aos consoles são muitas e também serão responsáveis pela perda da qualidade daquilo que almejamos nos jogos. Isso pode não acontecer à curto prazo, mas em pelo menos três anos. Os tablets e smartphones são perigosos por causa da “pirataria” não somente dos produtos, mas também das redes.

    Sou desenvolvedor e acredito que o poder de processamento trás um malefício: a comodidade negativa da programação. Lembro de jogos com gráficos poligonais (3D) bem desenvolvidos que exigiam pouco do hardware e eram excelentes para a época (vejam o exemplo de Ground Control). Os SDKs ficarão mais pesados com a justificativa de melhorias de portabilidade e, por causa da rede, os jogos serão lançados com um grande número de erros ou simplesmente incompletos (como já acontece atualmente).

    O Wii U corre o risco de ser um fracasso? Talvez sim, mas é inegável que a Nintendo impulsiona o mercado fazendo com que todos acordem para as possibilidades de novos horizontes.

    PS: Sim, sou um nintendista que gosta muito da Sony, admira a Sega, deseja ter um Xbox e torce para que a Capcom retorne aos bons tempos.

  • Caraca! XD Eu tava conversando sobre isso exatamente com um amigo meu: Quem vai nos salvar vão ser os Indies. Jogos puramente artísticos como Flow, Journey, Unfinished Swan etc andam fazendo muito sucesso e ganhando prêmios, então eu realmente espero que os grandes desenvolvedores aprendam algo com o que os jogos indies estão trazendo pra nós, jogabilidade muitas vezes ultra simples, e um profundo interesse em transformar o jogo numa experiência única. Que era algo que se pensava antigamente, eu sou the época em que até jogos de luta tinham histórias sérias sobre todos os personagens. Hoje a maioria das empresas preferem um jogo com um 3D extremamente detalhado, jogabilidade com tantos comandos e huds que chegam a confundir a gente, e um roteiro completamente raso. Eu tenho saudade the época em que eu chorava por causa de um personagem num jogo, ou alguma cena me surpreendia de tal forma que o jogo me marcava pra sempre. Eu espero poder começar a trabalhar na indústria e ajudar a recuperar essa parte dos jogos, de influenciar um lado mais profundo the mente dos jogadores.

    Anyways: as especificações dos consoles tão maneiras. To curiosa pra saber como vai ser a versão final do PlayStation4/Orbis, e o XBox tá mesmo querendo entrar de sola O.o''.

    Sobre os jogos usados: Pau no cu deles. Jogos usados são uma das melhores formas de combater a pirataria, já que eles são tão contra. Mas é uma putaria tremenda eles começarem a querer travar jogo usado, porque cara, é o mesmo fucking jogo original que a pessoa comprou! Ela tem o direito de vender esse jogo porque ela comprou! Não é como se a pessoa tivesse feito cópias e aberto um negócio pra vender mil versões desse mesmo jogo.

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