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Debug Mode #16: Violência nos Videogames – Podcast

Novo episódio do Debug Mode, o Podcast da GameFM!

Nesse episódio falamos da polêmica envolvendo violência dos videogames. Eles realmente influenciam assassinos e serial killers? Tem que haver um limite para a violência nos jogos? Até que ponto deve-se censurar ou impedir os games violentos? Discutimos esses e outros assuntos relacionados. Confira!

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Sobre o Autor

Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

Comentários

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10 Comentários

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  • Cara, na minha opinião, o problema são os pais, não os videogames. Se o pai (principalmente) e a mãe educa a pessoa direito, ensina pra ele que aquilo é ficção, não real, ele com certeza não vai ser um assassino. Existem as classificações indicativas pra isso, aí vem aquele pai irresponsável e compra um GTA pra um pirralho e foda-se, nem se dá ao trabalho de falar pro garoto que ele não pode sair com uma katana por aí decepando as pessoas, que nem vocês disseram aí.

    Meus pais não foram muito atentos pra isso, eles davam videogames de qualquer tipo pra mim e pro meu irmão e tavam nem aíí. ehauehaueh Eu preferia jogos mais infantis, Sonic, Spyro, Crash, etc., mas o meu irmão adorava um Resident Evil, um Medal of Honor, e meu pai também, é tanto que eu conheci Duke Nukem 3D/Total Meltdown por meio do meu pai e eu ficava assistindo meu irmão jogar esses que não era apropriados pra minha idade na época. O que acontece é que eles me ensinaram que "o que tá na TV não é real", principalmente quando eu tentava imitar desenhos. ehuaehuaehu, eles me ensinaram que ficçãoo é ficção e realidade é realidade, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

    Não tô falando pros pais serem autoritários e não deixarem os filhos pequenos jogarem jogos de tiro e afins, mas pra eles educarem eles direito, mostrar que não se pode misturar ficção e realidade. E se eles vêem que o filho tem algum problema, por que diabos eles vão dar um jogo violento pra ele?

  • Bem, primeiro de tudo, preciso dizer que vcs ganharam mais de 8000 pontos comigo ao falarem do meu jogo favorito, Blazblue (vide minha própria foto do perfil xD), que é um jogo injustamente pouco conhecido, pois possui uma história fantástica, personagens e macânicas super bem elaborados além de outros pontos positivos que não vem ao caso. Agora venho esclarecer as perguntas feitas: tive entorno de 6 controles de PC no mesmo estilo dos de PS2, mas de qualidade duvidosa, sendo que nenhum deles durou mais de 6 meses na minha mão xD. Em relação as horas jogadas, quando eu comprei o KOF XIII, só na primeira semana eu passei pelo menos 4 horas por dia sem bater em nada que se mexesse, só fazendo challenges e trainning. Isso deve esclarecer um pouco as coisas xD.

    Agora falando sobre a violência nos jogos, acredito que a questão é que há uma banalização the violência bruta de maneira geral (jogos, filmes, livros, jornais…) e que não importa quais desses meios foi, mas uma pessoa que tenha qualquer inclinação a ser violenta, vai ser influenciada, então a culpa não é dos video-games. Também concordo com o Alan, penso que a violência deve ser exposta como uma maneira de choque ou crítica pela transmissão the realidade, mas de modo que o jogador não sinta prazer ao vê-la ou fazê-la, e sim que isso acrescente algo à ele. Outro ponto é que penso que a violência extrapola o tolerável sempre que ela se torna mais importante dentro do jogo do que a própria jogabilidade. Já cansei de ouvir gente falando que Mortal Kombat e God of War são muito bons só porque são violentos para caralho e que tem sangue para todo o lado. Também penso que é total função dos pais educarem seus filhos. Meu pai nunca me deixou jogar nenhum FPS e, mesmo eu tendo hoje 19 anos, sei que se ele me pegasse jogando um Call of Duty eu seria deserdado (ele tentou fazer isso com jogos de luta, mas eu já o convenci do contrário xD). As coisas não precisam chegar a tal ponto, mas creio que é responsabilidade sim dos pais lidarem com esse tipo de situação e pensar numa maneira de como educar seus filhos para que cresçam sabendo diferenciar o certo do errado, o real do fictício. Afinal, sempre joguei RPG de mesa e nunca fiz nenhum ritual satânico ou pensei em matar alguém…

    • Pois é, também acho que alguns jogos, não todos, devam mostrar a realidade nua e crua, como foi o caso do CoD aí que ele citaram (com exceção de que não tinham crianças).
      Por esses dias eu assisti Highschool of the Dead e vi crianças zumbis e falei: "caraaaalho, finalmente crianças zumbis!", pena que o Left 4 Dead não usou disso, o mais próximo de criança lá é o Jockey. "Ah, é corcunda, corcunda pode."

  • Uma história clássica que eu tenho é que teve um Natal q foi lá em casa. E eu tinha conhecido "Postal 2" há pouco tempo e tava muito viciado tentando virar. No dia de Natal eu tava jogando e meus avós viram e ficaram horrorizados e reclamaram com a minha mãe e tal. Eu ignorei e continuei jogando, até pq já tinha conversado com minha mãe sobre essas coisas de jogos violentos. Até q eu saí do jogo pra confraternizar o Natal todo calmo e feliz. E os meus parentes estavam discutindo cheios de rancores e mágoas por problemas familiares passados e presentes e tal. Foi então que eu disse que eu jogava jogos violentos, mas tratava todos bem e não brigava com ninguém e que eles deviam jogar Postal tb… xD

  • Sobre o assunto geral, eu concordo que os jogos não são diferentes de filmes, séries, etc. O povo superestima a capacidade de influenciar dos jogos. A Coreia do Sul e o Japão consomem bastante jogos violentos e são países com baixíssima criminalidade.

    Agora, sobre o realismo nos jogos. Trazer realismo de mais pode estragar um jogo. Imagine um COD em que se você tomar um tiro na perna, você deve ser socorrido, ir para um hospital e passar alguns messes ou até anos na fisioterapia, além de correr o risco de nunca mais andar.

  • Discussão sem fundamento científico. Se os jogos considerados violentos forem banidos, deve ser feita uma análise geral, não só sobre games, mas sobre filmes, séries de TV, livros (sim, existem livros de psicopatas) e qualquer tipo de mídia que possa influenciar no comportamento humano… Banir jogos violentos é uma medida paleativa, não corretiva :D

  • Acompanho vocês desda época que era menos de 600 na pagina do Facebook e acho bem legal o trabalho de todos vocês parabéns!
    Agora sobre games violentos, eu achei muito foda a parte do aeroporto de COD, era tentador ver o jogo te avisando que era conteúdo violento e que não era obrigado a jogar(curiosidade é um problema sério). Meus pais nunca tiveram problemas com jogos violentos ,sempre foram bem tranquilos e nunca brigaram, exceto pelo o fato de ficar acordado até as 4:00.
    Sobre Blazblue, eu ainda prefiro Guilty Gear XX Accent Core Plus pois a trilha sonora é muito mais foda e os personagens são mais legais (Sol Bad Guy , KY, I-NO e o fodão do Slayer).
    Sobre momentos inusitados de pessoas chegando no momento errado… tenho uma historia engraçada.
    Uma vez estava na casa de uma amigo e estávamos jogando FF8 (tempo isso); no justo momento que ele invoca o Ifrit, o pastor entra, o pastor olha com aquela cara espanto faz o sinal da cruz e fecha a porta dizendo que aquilo era do demo.
    Abraço a todos e que bela apresentação que a sony fez do seu novo console :D

    • Também adoro Guilty Gear, jogo também (inclusive com o fodao do Slayer xD) é um excelente jogo, também prefiro a trilha sonora dele (apesar de também achar a de Blazblue magnífica), mas para mim a história de Blazblue é ultra mega superior a de Guilty Gear e a jogabilidade é muito mais fluida, sem precisar de todos os RC ou FRC, além do que Blazblue é mais bem balanceado do que Guilty Gear (nao sei como esta na versao +R, mas a principio BB é mais balanceado). Mas ainda assim é um ótimo jogo =)

  • Depuradores,

    Você mencionaram exatamente o resumo de toda a situação, o mercado norte-americano de armas. E como o mercado de jogos eletrônicos é tomado, em sua maioria, por adolescentes e crianças, o público adulto que desconhece o assunto, toma como verdade que jogos são infantis. Portanto, até que esse quadro mude, o assunto sempre estará em pauta para ser usado pelo jornalismo sensacionalista e estatísticas absurdas. Um de vocês comentou muito bem sobre a eutanásia natural dos indivíduos que pensam dessa forma, pois os adolescentes de hoje serão os adultos formadores de opinião do amanhã, revertendo esse quadro.

    Um abraço.

    PS: Ri muito ao ser chamado de “Tolkien dos comentários” e feliz de vocês terem sido pacientes em ler. Eu uso SO Arch Linux no PC e Ubuntu no laptop. Uso Chrome para navegação, Firefox para desenvolvimento e Midori quando estou com pressa. Acredito que o problema do site deve estar relacionado à algum recurso do Facebook, pois acesso geralmente do meu trabalho onde o proxy bloqueia a rede social. Quando acessei de casa, o layout foi exibido normalmente.

  • Sobre a competição entre Nintendo 3DS contra o PS Vita, enfatizo que a biblioteca de jogos adultos do primeiro console é bem extensa e são definitivamente a melhor opção na relação custo/benefício.

    O PS Vita é excelente, mas, infelizmente, não caiu nas graças das produtoras. Eu (meu filho) tenho um 3DS e gostaria muito de comprar um PS Vita para usar no PS3 ou no novo PS4 e jogar Uncharted: Golden Abyss, Silent Hill: Book of Memories (mesmo que o gênero survivor não seja o meu preferido), Rayman Origins, Gravity Rush etc.

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