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Debug Mode Special Stage #1: BioShock Infinite – Podcast

Estamos começando uma “sub-série” dentro da nossa série de podcasts, o Debug Mode Special Stage.

Essa nova série irá tratar de assuntos específicos ou até mesmo de um os dois jogos apenas. Ele é mais livre que nossa série normal, podendo ter mais ou menos que a 1 hora habitual de duração, além disso ele pode surgir a qualquer momento, não há aquele compromisso semanal do Debug Mode normal. Enfim, acho que vocês pegaram a ideia, hehe. XD

Nesse primeiro episódio especial falamos tudo sobre BioShock Infinite! Nossas opiniões e experiências com o jogo, a história, Elizabeth, SongBird, Columbia, o final, teorias, entre outros.

[ATENÇÃO – ESSE PODCAST CONTÉM SPOILERS]

PS: Gravamos esse podcast 1 semana depois do lançamento do game, então não achem estranho se falarmos alguma coisa “fora do contexto atual” XD

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Agora temos um feed apenas para o Podcast! É só se inscrever que você receberá os novos episódios assim que eles estiverem disponíveis. http://www.gamefm.com.br/feed/debug-mode-podcast/

Estamos também no iTunes! Só procurar por Debug Mode pelo aplicativo de Podcasts que você poderá ouvir e baixar os episódios assim que eles saírem.

Para ouvir o Podcast clique no “vídeo” abaixou ou no player abaixo do YouTube. Você também pode baixar o MP3 do Podcast clicando em download.

Sobre o Autor

Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

Comentários

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1 Comentário

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  • Faz muito tempo que não tenho nada comentar. Com bioshock, eu tenho muita coisa. Vou tentar resumir. Sobre ter um ou outro bug, o fato dele ser muito grande não justifica isto. O jogo mais longo da história, que é o The elder Scrolls II : daggerfall, tanto em mapas, quanto em variedade de quests e opções in game e nem por isto, tem bugs comprometendo o jogo. Isto é desculpa esfarrapada das desenvolvedoras. Sobre ele não poder ter sequência, é um dos poucos pontos que eu discordo. Para entender isto, é preciso entender as “referências culturais dos jogos”. Os primeiros dois jogos, são uma crítica ao objetivismo de Ayn Rand, que é muito influente no partido republicano dos EUA. Tanto que além do nome do “vilão”(Andrew Ryan’s) ser parecido, ambos fugiram da união soviética[1]. Já o terceiro jogo, o Infinite, é uma crítica satirizada do conservadorismo [2]. Deixei dois links no final, para quem quiser saber mais.

    Ou seja, Bioshock pode ter uma história INFINITA. Sempre haverá ideologias políticas para se criticar. Sobre as conquistas ou troféus, eu só me interesso por um troféu, quando ele te desafia e poucos jogadores o conquistara, para ser sincero, só para massagear o ego. Se é algo que muitos jogadores conseguiram fazer ou algo como jogue 50 horas ou colete 50 itens, eu perco o interesse no troféu.

    1 – http://bioshock.wikia.com/wiki/BioShock_Cultural_References
    2 – http://www.rightwingwatch.org/content/barton-bioshock-infinite-teaching-kids-hate-conservatives-and-christians

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