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Confira o que ocorreu no Rio Indie Games 2016

Rio Indie Games mostra que há espaço para iniciativa na cidade

O Rio de Janeiro sofre um pouco em relação a eventos de games, principalmente aqueles que são voltados para a comunidade de desenvolvedores independentes. Ainda que tenhamos reuniões eventuais com produtores e estúdios, a cidade carece de algo maior.

Parece ser com esse intuito que foi criado o Rio Indie Games, novo evento que teve sua primeira edição realizada entre os dias 26 e 27 de novembro de 2016, no Imperator, no Méier. Apesar de pequenos percalços, o evento mostrou que tem bastante potencial.

Montado em espaço simpático, apesar do sol a tino na cabeça dos cariocas, o Rio Indie Games reuniu estúdios que mostraram seus jogos e também estavam competindo por uma premiação. Finalistas estavam expostos no sistema “free play”, ou seja, livre para que o público jogue, e com uma votação ao final, para eleger o vencedor da competição. Os jogos selecionador para serem exibidos no evento foram Project Neon, Quinck, Rolimã Racer, Eternal Hope, Fields of Gore, Goat to the Hills, Rumble Rumble, Sword Legacy: Omen, Warlock’s Tower, Goofy Monsters, Holodrive e Lenda dos Orixás – Okê Arô Oxóssi!.

Tivemos ainda palestras de produtores, game designers, youtubers, professores e personalidades do meio, com uma boa seleção e variedade de convidados, para agradar todos os públicos.

Além dos costumeiros estandes de venda, contamos ainda com a presença da editora RetroPunk, especializada em jogos de RPG e jogos de tabuleiro, que trouxe ainda Ramsés Sohn, diretamente de Curitiba. Ramsés é o game designer de boa parte dos jogos de mesa da empresa, como Arena Sangue e Glória, Escola de Dragões e Gangsters de RetroCity.

O mais surpreendente de tudo é que, além de bem organizado e com atrações simpáticas, o evento foi totalmente gratuito. Não era preciso pagar para entrar e nem obter convite prévio. Ainda assim, não lotou tanto quanto esperávamos, o que nos faz questionar a possível divulgação ou o interesse do público carioca no assunto.

Contudo, esse tipo de evento precisa ser incentivado, se bem realizado, justamente para “educar” o nosso público a dar valor aos desenvolvedores independentes. Não é preciso torcer para toda e qualquer produção só por ser brasileira, mas sim se interessar em ouvir o lado de quem produz e ver como eles podem agradar seu público.

Com o Rio Indie Games, a cidade dá um passo positivo a ter mais um evento de boa expressão para o mercado de jogos. Aguardamos a segunda edição e esperamos que o público possa dar valor a esse tipo de iniciativa.

Confira nossa galeria de fotos abaixo. E não deixe de conferir nosso vídeo sobre o evento acima.

Sobre o Autor

Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

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