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Deus Ex: Mankind Divided (PS4, Xbox One e PC) – Review – ReVinha

Deus Ex: Mankind Divided não nos preparou para isso

Ah, aquelas séries “perfeitas”. As queridinhas da galera. Aquelas que dificilmente são alvo do “hate” nas análises e nos comentários de quem as lê. Deus Ex pode ser considerada uma dessas séries. Mas também pudera, já que os últimos jogos não nos deixaram enganar. Com Mankind Divided, podemos dizer, com segurança, que esta série é um dos bastiões dos bons jogos da indústria.

Adam Jensen, o protagonista da série, está de volta. Anos depois do jogo anterior, agora com novas consequências espalhadas pelo mundo, como o aumento de pessoas ciberneticamente modificadas, criação de grupos terroristas com membros neste estilo, crises em todo o globo e mais segredos espalhados por aí. Jensen precisa participar de missões para descobrir novas verdades sobre fatos passados e ainda dar sua colaboração para deixar tudo em ordem.

Para quem curtiu Human Revolution, Mankind Divided será um passeio no parque. Tão bom quanto seu antecessor, o novo game te coloca novamente para controlar Jensen da forma que bem entender: seja furtivo, em um modo mais “invasor” ou de modo bem comedido. A palavra-chave ainda é liberdade, ainda que o jogo não te incentive a sair jogando no “modo Rambo”.

Deus Ex: Mankind Divided traz um Adam Jensen ainda mais aprimorado e o melhor, acostumado com seus equipamentos. Já começamos o jogo com tudo do bom e do melhor disponível para o personagem, ainda que isso mude em pouco tempo. Contudo, a aventura faz questão de te dar as ferramentas necessárias para se preparar pelo que vem pela frente.

E, como diria a Internet, “MEUA MIGO”. Como o jogo é difícil, mesmo nos níveis mais “fáceis”, justamente para fazer com que o jogador pense bastante antes de agir no seu próximo passo, seja furtivo ou não. Mankind Divided adora punir, e adoramos isso no sentido de desafio, ainda que possa frustrar alguns jogadores pouco acostumados com a série.

Como todo jogo de Deus Ex, pode esperar por momentos de conflitos e muitos de conversa, além de segmentos de quebra-cabeças, com sistema hackeáveis – um pouco complicados, é verdade – e outros segmentos que vão te fazer pensar um pouco com o controle na mão. Deus Ex varia bastante sua jogabilidade primorosa, e isso é o mais bonito de sua produção: é quase como se fossem vários jogos dentro de um só.

E por falar em vários jogos em um, há modos de jogo que te desafiam a voltar em cenários e lidar com outros tipos de situação, só para você não achar que o game te prende na história principal, que já é gigantesca por si só. O conteúdo não deixa a “peteca cair” em momento algum, com muito a oferecer. As armas, como um detalhe extra, possuem tantos pontos e funções modificáveis que o jogador pode até ficar perdido do tanto que pode fazer, mas isso em um bom sentido.

Quem começar a série por esse não estará perdido, já que a produtora tratou de inserir um belo de um resumão no início, contando tudo que aconteceu no game anterior. O resumo não é obrigatório, mas vale a pena ser conferido só pelo esforço de ter sido colocado em ordem cronológica correta e com fatos detalhadamente bem narrados.

Conclusão

Deus Ex: Mankind Divided é um dos melhores do ano e talvez um dos melhores de seu gênero, ainda que esse “gênero” não esteja claro – é um RPG? É um jogo de furtividade? De ação? Ou FPS? Isso pouco importa, o que vale aqui é que trata-se de uma produção cheia de qualidade e muito a oferece para novatos e veteranos.

nota9

Sobre o Autor

Felipe Vinha

Jornalista por opção e por formação. Tenta não se viciar muito nos joguinhos eletrônicos, mas não tem jeito, eles são infalíveis na hora de arrancar dinheiro do nosso bolso.

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