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Debug Mode #200: Biologia dos Games – Podcast

O grande dia chegou! O episódio 200 do Debug Mode finalmente está pronto. E aí, adivinharam o tema? Para um episódio tão especial separamos um tema ainda mais especial e muito pedido por vocês, que é a biologia dos games. Aproveitamos nosso conhecimentos para analisar biologicamente diversos jogos e franquias, tentando entender se elas fazem sentido do ponto de vista biológico ou não. E é claro, responder definitivamente “aquela pergunta” sobre o Tails que vocês sabem qual é. E mais uma vez obrigado por nos acompanharem até o episódio 200. Nada disso seria possível sem o apoio de vocês, em todos os sentidos! Muito obrigado!

A sessão de comentários começa a partir de 02:35:46.

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Sobre o Autor

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Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

Comentários

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9 Comentários

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  • Vocês são foda, desde que conheci vocês curti demais o papo e a forma, essa amizade bonita entre os participantes e todo amor que dedicam a esse projeto, que venham mais 200.

    Parabéns mesmo, continuem sempre assim com um dos melhores podcasts de games do Brasil na minha opinião ao lado do Reloading, e muito, muito na frente do 99 vidas que depois que conheci vocês deixei de acompanhar.

  • Pessoal, parabéns, excelente podcast!

    cumpriu o hype (e não foi alá Mass Effect Andrômeda hehe) , e posso dizer, nunca aprendi tanto sobre biologia na minha vida ..kkk minha visão sobre o knuckles nunca mais será a mesma.

    Mas queria comentar sobre se o Mario come ou não os cogumelos, no jogo “Mario e Luigi Superstar Saga” para GBA, os itens de cura são os cogumelos, e ao utilizar estes itens literalmente o Mario e o Luigi comem o cogumelo, sendo assim, acho que em todos os jogos o Mario faz isso. Mas concordo com vocês, acho que o cogumelo é um alucinógeno, pois conforme alguns estudos sobre estes tipos de drogas existe a possibilidade de a pessoa desenvolver delírios persecutórios, de grandeza ou acessos de pânico e, em virtude disso, tomar atitudes prejudiciais a si e aos outros. Neste caso em Super Mario Bros, o Mario fica com delírios de grandeza e chega ao ponto de enfiar a nuca em blocos de concreto e sair pisoteando a galera, quando toma dano ele volta a realidade e percebe que não consegue quebrar este mesmos blocos com a cabeça, (e não! Ele não usa a mão, ele enfia a nuca ou testa mesmo , sei lá, tipo igual ao Zidane na copa.) Da mesma forma em Super Mario World o Mario fica bem loco após consumir o cogumelo que até dá parafusos no ar e “quebra os bloco cus pé mesmo”, sendo que quando toma dano e volta a realidade ele não consegue fazer esta mesma proeza, sem falar em ele dar cascudos na cabeça do pobre Yoshi que de dor o bicho até estica a língua, e de vez em quando jogá-lo no abismo e sair andando de boa sem remorso e dó no coração. Mas ai surge uma questão: em Super Mario Bros the lost levels, (ou o verdadeiro 2) aquele cogumelo roxo que te mata instantaneamente seria uma overdose de drogas? acho que sim.

    Enfim, para concluir sobre biologia dos games, cara, aqueles inimigos mutantes do Hybrid Heaven de 64 eram estranhos, queria saber que biologia era aquela “daqueles maluko” , tinha “uns bicho meio lagarto meio homem, uns que não tinham pele, o cabeça de porco, e tinha um que eu não sabia o que era mais chamava ele de cabeça de cogumelo, como diz o Alan : “Eram Fucking Bizarros”. rsrs

    Mais uma vez excelente Podcast, e que venha o exclusivo de Metroid!

    Abraço a todos!

    • Pessoas, após pensar um pouco enquanto estava treinando, cheguei a seguinte conclusão(se meio elfas são férteis). Depende de como elfos são representados nos games. Por exemplo, se o jogo se basear na mitologia nórdica, é óbvio que eles teriam no mínimo um certo nível de fertilidade, caso contrário Odin nunca poderia ser o pai de todos nos Eddas. Já em um The Elder Scrolls, é bem complicado. Por um lado, existem os Bretons que são humanos com sangue elfico, por outro temos personagens meio orcs como o Agronak gro-Malog e o Pelagius Septim III(que é meio altmer e meio imperial) que não geraram descendentes. Ou seja, não se pode saber quanto a fertilidade na saga TES. No D&D, a única espécie híbrida infértil é o meio anão. Sem contar que no D&D é possível ter um ancestral draconiano na linhagem, por mais que dragões possam tomar forma humana, isto não tem sentido do ponto de vista biológico(ou já aconteceu esta bizarrice de um réptil ter filho com um mamífero?)

      Sobre o que foi falado de cor do cabelo, quando era criança, era bem loiro, só que deu uma escurecida extrema. Tem alguma explicação pra isto? Meu pai era loiro e minha mãe foi o mesmo caso que o meu, loira na infância e morena no resto da vida.

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