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Kona (PC, PS4 e XONE) – Review – ReVinha

Kona prova que nem só os grandes fazem bons jogos psicológicos

Houve uma época em que o gênero de horror, terror ou até de “jogo psicológico” estava em baixa nas grandes empresas. Nesse mesmo tempo, Resident Evil havia se rendido a tiroteio e cenas de ação, enquanto Alone in the Dark não era mais uma série tão popular. Foi quando desenvolvedores indie mostraram o que podiam fazer, arregaçaram as mangas e botaram no mercado jogos de terror de calibre – outros nem tanto, mas que fizeram igual sucesso.

Assim tivemos títulos como Outlast e The Slender, entre outros menos conhecidos, que sempre pintaram entre os mais vendidos do Steam. Atualmente, o horror já é mais valorizado e temos coisas como Resident Evil 7 nas prateleiras. Mas ainda há espaço para bons estúdios independentes mostrarem seu bom serviço – é o caso do estúdio Parabole, com seu game Kona, lançado nos computadores e consoles.

Kona é um “thriller de terror psicológico”, como acho melhor definir. Ele não é de horror puro e simples, não existem exatamente monstros, mas há algumas ameaças que podem dar medo, ou no mínimo te deixar com alguma tensão. Em sua história de investigação, o jogador vai passar por momentos curiosos que vão deixar pensando.

A história se passa em 1970, então o game tenta reproduzir essa estética “setentista” com algum sucesso, ainda que com gráficos bem parcos. Além de ter jogabilidade simples de exploração, em primeira pessoa, e resolução de quebra-cabeças, Kona possui boas ideias na hora de desenvolver sua própria história.

O enredo começa quando um ricaço canadense contrata um investigador particular, para averiguar problemas em sua região. O maior problema, porém, é que o investigar encontra seu contratante morto, pouco depois que o game começa, o que deixa o mistério apenas mais apimentado e interessante.

Apesar de não ter um mote de terror tão forte e os gráficos um pouco fracos, Kona impressiona pelo senso de exploração e desenvolvimento dos personagens e novidades sobre o enredo que encontramos a cada cena.

Conclusão

Kona é um jogo não tão diferente do que estamos acostumados, com suspense, quebra-cabeças e muitos mistérios a cada nova cena. A história é intrigante e o game, mesmo com gráficos bem básicos, impressiona por mostrar que o gênero de “horror/tensão” não está morto – pelo contrário.

 

 

Sobre o Autor

Alan Motta Cardoso

Tem Mestrado em Biologia Marinha mas atualmente trabalha com games. Pode isso, Arnaldo?

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