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Just Dance 2018 (Switch) – Review – ReVinha

Just Dance 2018 ainda é uma das melhores opções para quem tem Switch

 

O Nintendo Switch é um dos consoles atuais, mas em muitos casos ele continua não competindo com outros consoles. Similar à proposta do Wii U e do Wii, a Nintendo criou seu próprio mercado com ele e, mesmo quando recebe jogos multiplataforma, há sempre um diferencial para aproveitar de forma única no aparelho. Just Dance 2018 é um destes casos.

Com edição a par do que é visto no Xbox One e PS4, a edição Switch de Just Dance 2018 é uma das melhores opções para se comprar – isso se você tiver acesso a um Switch, é claro. E há um motivo muito bom para isso: o controle de movimentos.

Pode parecer besteira que, em pleno 2017, ainda nos preocupemos com sensores de movimento. Eles ainda são importantes, principalmente em um console como o Switch. Sim, sabemos que as versões PS4 e Xbox One possuem suas próprias opções para sensores, como Kinect e PS Move, mas nenhuma delas funciona tão bem quanto o Joy-Con.

Também estamos cientes da compatibilidade da série Just Dance com um aplicativo para celular, que transforma seu dispositivo móvel em um controle com sensor de movimento. Mas, de todas as sessões de dança que tivemos com o game por aqui, ninguém teve coragem de requebrar o esqueleto com o aparelho na mão – e correr o risco de fazê-lo voar pelos ares enquanto rebola o “Despacito”. Não podemos culpar estas pessoas.

O Joy-Con faz uma incrível diferença. Ele é pequeno, compacto e cabe mesmo nas mãos de menor tamanho. A “cordinha” deixa que ele fique preso em segurança nas suas mãos e o feedback da vibração que ele passa é ideal para “sentir” a música.

Esse não é nosso primeiro contato com Just Dance no Switch, mas é o segundo game da série a sair no console, o que já garante melhorias em relação ao anterior, deixando a edição ainda mais completa e atrativa. O Just Dance Unlimited, assinatura para acessar músicas de jogos anteriores, também está presente.

Outro elemento interessante é que, nesta versão do jogo, há um sentimento de progresso. Nem todas as músicas estão liberadas de princípio, o que te incentiva a jogar e subir de nível, e nem mesmo todos os modos. É uma forma de prender o usuário no game de maneira clássica e manjada, até, mas ainda funcional.

Quanto ao setlist – não é dos melhores ou dos mais variados. Há músicas que já apareceram em versões anteriores, mas os grandes hits do momento estão lá. Despacito, claro, é o enorme destaque, mas temos também Shape of You, Swish Swish, John Wayne, Naughty Girl, Side to Side e Keep on Moving.

Just Dance ainda continua imperdível. Mas, se quiser aumentar ainda mais a diversão, prefira a edição do Switch. Essa é a nossa dica para a sua festinha de final de ano!

Sobre o Autor

Rodrigo de Souza

Game Designer, Professor e Pai (Não nessa ordem).
Gamer também, quando dá tempo.

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