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Debug Mode #10: Pirataria – Podcast

Novo episódio do Debug Mode, o Podcast da GameFM! Chegou a hora de falarmos sobre a polêmica da Pirataria. Contamos um pouco sobre nossas experiências e opiniões. Porque optar pela pirataria? É só uma questão financeira? A pirataria influencia no preço dos jogos? Os consoles pirateados são os que vendem mais? Confira!

Novo episódio do Debug Mode, o Podcast da GameFM!

Chegou a hora de falarmos sobre a polêmica da Pirataria. Contamos um pouco sobre nossas experiências e opiniões. Porque optar pela pirataria? É só uma questão financeira? A pirataria influencia no preço dos jogos? Os consoles pirateados são os que vendem mais? Confira!

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6 Comments

6 Comments

  1. Vinicius Ferreira Vianna

    27 de novembro de 2012 at 00:31

    Experiência ruim… Memory cards piratas de playstation 1 eram a porta para o inferno, tive alguns com botões que tinham uns 150 slots para salvar mas era impossível achar os saves… eram 150 buracos negros que me levaram saves de gran turismo, ff7 e outros…

  2. Vinicius Ferreira Vianna

    27 de novembro de 2012 at 02:34

    first?

  3. William Manso

    28 de novembro de 2012 at 14:47

    hehe é William mesmo, o nome… fui eu q dei a sugestão do Project Giana lá, outro dia… game aliás q eu ainda não consegui rodar no meu PC (baixei a demo), meu PC precisa urgente d um upgrade… quanto à pirataria, eu tenho uma posição intermediária… porque outro dia eu achei uma banda sensacional no youtube, cherri bomb… uma banda só d mulheres… se tiverem interesse, ouçam “too many faces” e “shake the ground”… e o cd não existe no Brasil pra comprar, ao menos não na saraiva, ou no submarino… ou o cara importa e paga 60 pau num CD q pagaria 30 normalmente, ou o cara baixa… ou seja, minha posição é: se a disponibilidade é fator limitante, eu não vou ficar chupando o dedo esperando por algum milagre… baixo e pronto! nunca compro nada pirata, só baixo (Y)

  4. Henry Lapa

    28 de novembro de 2012 at 19:18

    Nunca comprei hardware pirata, fora alguns controles, mas jogos em mídia física no Brasil é uma coisa tensa… Muitos impostos desnecessários em cima, os preços acabam quadruplicando… Só compro original quando tem mídia digital; na Steam por exemplo, os jogos estão muito baratos, nem chegando ao valor do dólar convertido… Quanto à emuladores, como eu não tenho e é muito difícil encontrar consoles e jogos antigos pra comprar, eu jogo no emulador. Acho muito bom quando vendem jogos antigos pros novos consoles, inclusive, comprei o Jet Set Radio recentemente na Steam e não me arrependo, mesmo já tendo zerado inúmeras vezes.
    Mas, pow, tem vezes que as empresas pedem pra serem pirateadas… Que nem quando lançam um jogo exclusivo só em algum canto… :/ E agora com essa trava de região, como o do 3DS, por exemplo, porra…

    Quanto ao dualshock que vocês comentaram aí, todos os 3 têm, porém, no psx/1, eram raríssimos os jogos que usavam L3 e R3, Ape Escape era uma dessas raridades, esses botões nem eram chamados de "L3" ou "R3", apenas de "Push the Analog stick". ehuaehuaeh Só ganharam essa nomenclatura com o ps2.

  5. Douglas Leri de Souza

    29 de novembro de 2012 at 14:25

    Tenho um Xbox 360 desbloqueado, e posso dizer que me arrependi. Até aproveitei por algum tempo, mas a falta do online e a necessidade de sempre atualizar o console acaba tornando o desbloqueio algo não muito prático nem útil.

    Concordo com o dito sobre ser melhor baixar e gravar você mesmo do que comprar de algum pirateiro por aí: pior do que dar não dinheiro para o desenvolvedor do game, é dar pra alguém que tenta lucrar fácil em cima.

    No mais, só alguns complementos:

    1º: foi comentado no cast sobre um adaptador de cartuchos piratas de Nintendo 64, que precisava de um cartucho original para funcionar também. Mas eu tinha uma versão que não precisava: era só colocar o pirata e já ia, mas os games continuavam não salvando. Sempre achei que se chamasse Jumper Pack, mas pelo visto, esse é o nome de outro acessório do 64 que não tinha nada a ver com pirataria.

    2º: A ripagem de jogos de Dreamcast era extremamente trabalhosa. Obviamente, o único leitor que conseguia ler os 1GB do disco era o do próprio Dreamcast. Leitores normais de PC só liam um trecho do disco que continha uma faixa em aúdio dizendo "esse é um disco de Dreamcast", e em alguns casos, wallpapers e proteções de tela (quando a desenvolvedora era legal o suficiente pra isso).

    A ripagem era feita ligando o Dreamcast em um PC, e mandando um Cavalo de Tróia pra memória do console, que lia o disco e transferia o conteúdo dele para o PC. O problema é que no começo, o único jeito de ligar Dream e PC era através de uma porta serial, que tinha a INCRÍVEL taxa máxima de transferência de 14KB/s. Ou seja, era mais de 1 dia inteiro pra ripar um jogo.

    Bem depois, conseguiram conectar os dois através do adaptador de banda larga do console, como se o console fosse um servidor FTP, o que deixou o processo bem mais rápido; mas aí a maior parte dos jogos já tinham sido ripados e esse adaptador nem é algo tão comum de se encontrar, então esse método foi pouco usado.

  6. Caio Soares

    9 de março de 2013 at 13:19

    O jumper pack era um acessório apenas para proteção do slot de periféricos do N64. Posteriormente fora criado o Memory Expansion Pack, que aumentava a memória RAM do console e possibilitava jogar games compatíveis com esse acessório em alta resolução (ex Turok 2 e 3, Top Gear Overdrive entre outros). Em alguns games como Zelda Majora's Mask e Donkey Kong 64 o acessorio era obrigatório para jogar. Perfect Dark também, só permitia jogar o Story Mode com o expansion pack inserido no console. Jogos que não se aproveitavam da RAM extra funcionavam normalmente, não sendo necessário a retirada do acessório.

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