O tão aguardado Bloodborne 2 pode enfrentar obstáculos muito maiores do que a simples decisão de desenvolver uma sequência. Segundo Shawn Layden, ex-presidente da PlayStation, um possível retorno da franquia dependeria de um acordo envolvendo três empresas: Sony, FromSoftware e Kadokawa, companhia responsável por controlar o estúdio japonês.
Em entrevista ao podcast The Trophy Room, Layden comentou sobre a ausência de uma sequência ou até mesmo de uma versão remasterizada do aclamado jogo lançado em 2015. Para o antigo executivo, a principal dificuldade estaria nas questões relacionadas aos direitos da propriedade intelectual e na necessidade de conseguir a aprovação de todas as partes envolvidas.
Segundo Layden, existe uma série de direitos associados à franquia, tornando qualquer novo projeto mais complicado do que parece. Ele acredita que conseguir o consentimento de todos os envolvidos para cada aspecto da produção seria provavelmente o maior desafio para tirar uma possível sequência do papel.
Durante a conversa, Layden também destacou que desenvolver uma continuação de Bloodborne não significa apenas aproveitar o reconhecimento da marca. Na visão do ex-executivo, seria necessário encontrar uma maneira de respeitar a obra original e, ao mesmo tempo, reproduzir o fenômeno que ela representou para a indústria.
“Existem muitos direitos envolvidos. Em algo como isto, com a Sony envolvida, a From envolvida e a dona da From envolvida, o maior desafio é provavelmente conseguir que todos aprovem alguma coisa”, disse Layden.
Mesmo após mais de uma década, os jogadores continuam pedindo uma sequência, um remake ou pelo menos uma versão aprimorada para PlayStation 5 e PC. No entanto, não há perspectivas de que qualquer uma dessas possibilidades se concretize em um futuro próximo.



