A Electronic Arts (EA) pode estar prestes a passar por uma nova onda de demissões em massa, pouco tempo após a conclusão de sua aquisição por um consórcio liderado pelo Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita. A operação, avaliada em cerca de US$ 55 bilhões, marca uma das maiores transações da história da indústria de games e transforma a empresa em uma companhia privada.
De acordo com informações divulgadas pela Bloomberg, a nova gestão pretende implementar um plano agressivo de redução de custos. A meta seria cortar aproximadamente US$ 700 milhões anuais, sendo cerca de US$ 170 milhões ligados a “eficiências organizacionais” – um termo frequentemente associado a cortes de pessoal.
A possível reestruturação não chega a ser uma surpresa para quem acompanha o histórico recente da EA. Nos últimos anos, a empresa já realizou diversas rodadas de demissões, incluindo cortes significativos em estúdios e cancelamento de projetos.
Apesar do cenário incerto para funcionários, a expectativa é que a empresa continue investindo em suas principais franquias e em novas tecnologias, incluindo inteligência artificial e serviços online. Ainda assim, o possível impacto das demissões levanta preocupações sobre o futuro de estúdios, projetos em andamento e da força de trabalho na indústria.



